Cuba pode aprovar casamento gay

A proposta deve ser enviada pelo Executivo ao Congresso, chamado de Assembleia Nacional do Poder Popular e refere-se à união livre entre pessoas do mesmo sexo e não usa a palavra casamento

A proposta da união civil gay em Cuba pode entrar em votação ainda este ano pelo Parlamento. A informação foi divulgada pela sexóloga Mariela Castro, filha do presidente cubano Raúl Castro.

A proposta deve ser enviada pelo Executivo ao Congresso, chamado de Assembleia Nacional do Poder Popular e refere-se à união livre entre pessoas do mesmo sexo e não usa a palavra casamento. O texto conta com o apoio de Mariela Castro que é diretora do Centro Nacional de Educação Sexual de Cuba. Há anos o centro faz campanha em favor do reconhecimento dos direitos dos homossexuais.

O anteprojeto, que define a alteração ao Código de Família de Cuba, é avaliado por juristas ligados ao Ministério da Justiça e magistrados vinculados à União Nacional de Juristas, segundo Mariela Castro. A sexóloga espera que  a conferência do Partido Comunista, em 28 de janeiro, adote uma “política de não discriminação”, abrindo a possibilidade de votação da proposta legislativa no Parlamento cujas sessões ocorrem em julho e dezembro.

 

 


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